sábado, 25 de janeiro de 2014

Destino da segunda edição da Expedição Mitsubishi será Foz do Iguaçu


A segunda edição da Expedição Mitsubishi já está pronta para partir, dessa vez de Santiago, no Chile. Os 15 veículos L200 Triton e Pajero Dakar receberão os participantes para uma aventura incrível de oito dias, saindo na nesta sexta-feira, dia 24, desbravando o sul da Argentina e chegando em Foz do Iguaçu no dia 31 de janeiro.

Entre os belíssimos locais estão a travessia da Cordilheira dos Andes e a passagem aos pés do Monte Aconcágua, ponto mais alto da América do Sul, com 6.962m. Além disso, a Expedição Mitsubishi passará pela Vinícola Familia Zuccardi, com direito a degustação e almoço, dois parques nacionais, o Ischigualasto, em San Juan, e o Talampaya, em La Rioja, Serra Costa Miranda, Ruta 40, subida da Costa de Portezuelo, Ponte Corrientes, além da excelente gastronomia, ótimos hotéis e diversão em casinos e compras no Duty Free.

Na Expedição Mitsubishi, todos os veículos são da Mitsubishi Motors e não é necessário ser cliente da marca para fazer parte da viagem. Todos os participantes contam com uma estrutura completa e uma equipe especializada formada por mecânicos, médico, agentes de turismo, fotógrafo e staffs que garante a tranquilidade durante o percurso. As pessoas não precisam nem se preocupar em abastecer seus carros, já que esse processo é feito pela organização durante a noite, sem atrapalhar o cronograma da Expedição.

A viagem é feita com os carros usados na organização do Rally Dakar, muitos deles preparados com gaiola de proteção e banco concha, que dão uma emoção a mais para os participantes. "Estar em um veículo com esse perfil me chamou muito a atenção. Aumenta o espírito aventureiro e ficamos ainda mais ligados ao Dakar", revela o empresário paulista Wilson Rodrigues Pinto.

No momento da inscrição, os participantes já escolhem o carro que irão dirigir durante toda a viagem e o seu local no comboio. Já estão inclusas as hospedagens, alimentação completa, passeios, combustível e taxas dos veículos na aduana.

Primeira viagem
A Mitsubishi Motors deu a largada na Expedição Mitsubishi em dezembro de 2013, em um percurso de 3.000 quilômetros entre São Paulo e Buenos Aires, na Argentina. O roteiro passou pelas belezas das serras catarinenses e gaúchas, vinícolas, cânions, trilhas off-road, fazendas eólicas, além de percorrer as famosas Serra da Graciosa e Rio do Rastro.

"Foi amor à primeira vista e algo que nos interessou bastante deste o início por ser uma aventura, algo totalmente diferente", comentou o administrador Eduardo Lopez, que participou da Expedição Mitsubishi em dezembro, ao lado do irmão Julio. "Superou nossa expectativa. A organização, os lugares maravilhosos que passamos. Foi muito legal", completa Julio.

Para os mais de 70 participantes da primeira viagem, muita coisa surpreendeu. "É muito mais do que a gente imaginou. Não esperava que fosse assim, desfrutando de paisagens, coisas diferentes, nunca vivenciamos isso. Para nós tudo é novidade, só alegria. Estamos muito felizes", comemora Tomoko Gibo Ota, que foi para a Expedição Mitsubishi com o marido, Jorge, e a filha Keimy, que entrou de férias mais cedo da faculdade de Medicina para viajar com os pais.

Informações
Data: 24 a 31 de janeiro de 2014
Saída: Santiago (Chile)
Chegada: Foz do Iguaçu (Paraná, Brasil)
Inscrições: os interessados em participar da Expedição Mitsubishi podem entrar em contato com a TGK M.I.C.E., operadora oficial da viagem, através do e-mail: expedicaomitsubishi@tgkmice.com.br.

Próxima viagem
A Expedição Mitsubishi terá esse mesmo roteiro, saindo de Santiago até Foz do Iguaçu durante o feriado de Carnaval. Para mais informações, expedicaomitsubishi@tgkmice.com.br.

Roteiro completo
1º dia (24/1) - Santiago (CHL)
2º dia (25/1) - Santiago (CHL) / Mendoza (ARG) - 411 km
3º dia (26/1) - Mendoza / Mendoza (ARG) - 31 km
4º dia (27/1) - Mendoza / Villa Union (ARG) - 563 km
5º dia (28/1) - Villa Union / Aimogasta (ARG) - 414 km
6º dia (29/1) - Aimogasta / Santiago Del Esteiro (ARG) - 434 km
7º dia (30/1) - Santiago Del Esteiro / Corrientes (ARG) - 686 km
8º dia (31/1) - Corrientes (ARG) / Foz do Iguaçu (BRA) - 624 km
(Assessoria)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Termelétricas encarecem conta de luz


Marcos Labanca/ Gazeta do Povo / Lago de Itaipu, dois metros abaixo do nível normal: consumo alto e reservatórios baixos fazem o país depender mais das usinas termelétricas
Foto Marcos Labanca - Gazeta do Povo

 Publicado em 24/01/2014 | Cíntia Junges

Com pouca água nos reservatórios de hidrelétricas, país continua recorrendo às usinas térmicas. Mais caras, elas devem elevar as tarifas em 2014 e 2015

O ano começa com uma perspectiva de novos aumentos na conta de luz por causa do uso constante de usinas termelétricas. Em 2013, o governo federal gastou R$ 9,5 bilhões para cobrir o gasto extra com a geração térmica, que é mais cara que a hidrelétrica. Esse valor será repassado ao consumidor em parcelas que vão de 2014 a 2018.
INFOGRÁFICO: Confira a influência do calor na demanda por energia
Dependência não vai diminuir, diz especialista
Mesmo que os reservatórios estejam transbordando (o que não é o caso hoje), o país vai continuar dependente da energia térmica, mais cara e poluente. A avaliação é de Claudio Sales, do Instituto Acende Brasil.
“Há 12 anos, a proporção de energia armazenada nos reservatórios seria suficiente para seis meses de consumo. Hoje é suficiente para quatro meses. O consumo cresceu num ritmo maior que a capacidade de armazenamento”, explica. “A maior parte das hidrelétricas possíveis hoje são a fio d’água, sem reservatório. Isso significa que precisaremos ter o acionamento cada vez mais constante das térmicas.”
Outro problema, segundo ele, é que o parque térmico brasileiro foi construído com baixo investimento de construção e alto custo de geração, para atender apenas demandas pontuais. Segundo estudo do Acende Brasil, quase 42% da capacidade térmica do país tem custo unitário variável (CVU) acima de R$ 200 por MWh – mais que o dobro do custo de boa parte das hidrelétricas.
Curto prazo
A alta geração térmica afeta sobretudo o preço da energia de curto prazo, que deve ficar acima de R$ 200 por MWh, segundo estimativa das comercializadoras. Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) médio ficou em R$ 263 por MWh em 2013. “Quem está sem contrato ou em fase de renovação e vai precisar de energia de curto prazo sentirá uma grande diferença no preço. Acostumado a um preço médio histórico baixo, entre R$ 30 e R$ 40 por megawatt-hora, agora vai precisar pagar, em média, R$ 200”, diz Erik Eduardo Rego, diretor da consultoria Excelência Energética. A expectativa de um preço mais saudável para esse mercado, segundo Rego, deve ficar para 2015.
4% é o porcentual de reajuste referente a 2013 que a Copel ainda tem de repassar ao consumidor neste ano. No ano passado, a Aneel autorizou aumento de 14,6%, mas a concessionária repassou apenas 9,5% e deixou 4% para o próximo reajuste, em junho.
Para piorar o cenário, o primeiro mês de 2014 vem registrando consumo recorde de energia e reservatórios baixos, o que não permite o desligamento das termelétricas e eleva o risco de uma alta ainda maior no preço em 2015. Os lagos do subsistema Sudeste/Centro-Oeste, que concentram 70% da capacidade de armazenamento do país, estão em apenas 41% do nível máximo. O índice é maior que o de um ano atrás (34%), mas ainda preocupa.
O reajuste relacionado ao uso de térmicas em 2013, estimado entre 7% e 10%, será parcelado em cinco anos por decisão do governo – antes, ele era todo repassado no momento do reajuste anual de cada concessionária.
“Apesar dos aumentos previstos para este ano, a tendência é de que haja uma pressão de preços maior em 2015, depois das eleições”, observa Erik Eduardo Rego, diretor da consultoria Excelência Energética.
Para especialistas, o grande problema do modelo adotado pelo governo federal é que ele “mascara” o verdadeiro custo da energia. “Foi dito para o consumidor que graças a uma medida provisória a energia ficaria 20% mais barata, mas boa parte dessa redução já foi absorvida novamente”, afirma Claudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil.
Quando reduziu as tarifas, um ano atrás, o governo não contava com um despacho tão elevado das térmicas. Para aliviar o caixa das distribuidoras, emitiu mais de R$ 1,5 bilhão em títulos do Tesouro Nacional.
“O governo bancou a conta das termelétricas à vista e nós vamos pagar a suaves prestações. A política do governo me parece muito clara: eliminar qualquer risco de apagão, mesmo que seja a um preço bastante elevado, e evitar que esse custo impacte na inflação”, avalia Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), do Instituto de Economia da UFRJ.
Matemática complicada
Para evitar aumento na conta de luz ainda em 2013, o governo socorreu o setor com R$ 9,5 bilhões vindos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que bancou a operação das térmicas. Mas essa fonte secou: no fim de 2013, restavam apenas R$ 45 milhões na CDE.
O Planalto também desembolsou R$ 13,2 bilhões com indenizações às companhias elétricas pela renovação antecipada das concessões. Esse dinheiro veio de outro fundo do setor, a Reserva Global de Reversão (RGR). O governo ainda tem de pagar R$ 7,6 bilhões em indenizações neste ano, mas a RGR terminou 2013 com saldo de apenas R$ 2,3 milhões.
“O pagamento das indenizações pela antecipação dos contratos de concessão e o rombo de caixa criado pelas térmicas esgotaram os recursos do governo em 2013. Como eles vão arrumar dinheiro para tapar esse buraco ainda é uma incógnita. No final, sempre cai na conta do contribuinte”, diz Sales.
Governo adiou “bandeiras” para 2015
O adiamento em um ano do sistema de “bandeiras tarifárias”, que começaria em 2014, deve aliviar a pressão inflacionária, mas tende a piorar o caixa das distribuidoras no curto prazo. Com a postergação, as companhias ainda não poderão fazer o repasse imediato do custo da energia térmica aos consumidores, como estava previsto. Hoje esse custo é repassado uma vez por ano, na data do reajuste da concessionária (24 de junho, no caso da Copel).
Quando o sistema for implantado, as bandeiras indicarão a previsão de custo para o próximo mês com base nas condições de geração de energia: a bandeira verde indica custo abaixo de R$ 200 por megawatt-hora (MWh); a amarela sinaliza custo entre R$ 200 e R$ 349 por MWh; e a vermelha, valores superiores a R$ 350 por MWh.
As bandeiras ajudarão a fazer ajustes mensais no custo da energia. “O lado positivo é que as pessoas sentem um aumento de preço imediato e tendem a economizar”, diz Erik Eduardo Rego, diretor da consultoria Excelência Energética.

sábado, 9 de novembro de 2013

Tenistas de Foz participarão do Cataratas Open

Atletas da cidade terão contato direto com profissionais de outros estados e países
Marcos Andrade_Foto Marcos Labanca (1)
Marcos Andrade intensifica rotina de treinos no CITI Tênis
O 6º Cataratas Open de Tênis – Mundial Future promete trazer a Foz do Iguaçu expoentes do esporte. O evento, que vai reunir competidores internacionais, contará também com a presença de atletas iguaçuenses, de 25 a 30 de novembro, no Centro Internacional de Tênis Iguaçu (CITI Tênis).
O Cataratas Open é um torneio da Série Future, ou seja, o ponto de partida para que os tenistas acumulem pontos e subam para as outras categorias do esporte.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Remédio controlado é vendido sem receita do lado de lá da fronteira

 Marcos Labanca/Gazeta do Povo / Milhares de remédios contrabandeados são apreendidos rotineiramente pela Receita Federal, em Foz do Iguaçu 

Em busca de ansiolíticos e antidepressivos, brasileiros se aproveitam da venda indiscriminada em países vizinhos. Consumo sem controle acarreta riscos à saúde

Brasileiros estão atravessando as fronteiras com o Paraguai e a Argentina para comprar medicamentos ansiolíticos e antidepressivos sem receita médica. Enquanto no Brasil, o comércio desses remédios ocorre mediante receituário especial e é controlado pela Vigilância Sanitária, nas farmácias dos países vizinhos basta apenas fazer o pedido no balcão. Vendidos livremente, o clonazepam (Rivotril), o bromazepan (Lexotan), diazepan (Valium) e o metilfenidato (Ritalina) estão entre os medicamentos procurados.
Derivado da anfetamina, a Ritalina é uma droga indicada para combater o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). No entanto, também é procurada por adolescentes e adultos que querem aumentar a capacidade de concentração. Entre eles, estudantes que se preparam para concursos.
Apreensões
A retenção de remédios e anabolizantes na fronteira é constante. A Receita Federal (RF) não possui estatística das drogas mais apreendidas. Porém, sabe-se que anabolizantes, suplementos alimentares e remédios contra a impotência são os mais procurados por sacoleiros para a revenda no Brasil. As apreensões, em valores, tem caído nos últimos anos. Em 2011, os fiscais tiraram de circulação US$ 3,9 milhões em anabolizantes, suplementos alimentares e remédios. No ano passado, o valor caiu para US$ 2,2 bilhões e até julho deste ano estava em US$ 1,1 milhão.
A banalização no uso do medicamento pode ter relação com o aumento do consumo no Brasil. Levantamento feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indica que a venda do metilfenidato aumentou 75% no Brasil entre 2009 e 2011, na faixa etária de 6 a 16 anos.
A reportagem da Gazeta do Povo circulou por farmácias de Ciudad del Este, no Paraguai, e constatou que não é preciso receita médica para comprar os medicamentos. Em um dos estabelecimentos, a vendedora falou que conseguiria Ritalina em cinco minutos.
Efeitos colaterais
O psiquiatra José Elias Aiex Neto, autor do livro Psiquiatria Sem Alma, diz que a Ritalina pode provocar uma série de efeitos colaterais. Entre os sintomas mais comuns, diz o médico, estão dor de cabeça, falta de apetite, irritabilidade, nervosismo e insônia. O remédio também não é recomendável para pessoas com histórico de cardiopatia.
O médico faz um alerta às pessoas que usam esses tipos de medicamentos sem o acompanhamento de um profissional. “Os riscos ligados a tais medicamentos são inúmeros, principalmente a criação de dependência. Ansiolíticos não curam nada, apenas aliviam a ansiedade, e seu uso deve ser ocasional e acompanhado de psicoterapia. Muitas pessoas começam a usar tais drogas para insônia e depois terão muita dificuldade para deixar de usá-las, pois ficam dependentes”, diz.
Já os antidepressivos provocam perda da libido e ganho de peso, de acordo com Aiex Neto. Também podem levar a pessoa a um estado de humor exaltado (mania).

Texto Denise Paro / Gazeta do Povo / Foto Marcos Labanca

sábado, 21 de setembro de 2013

Making Of BiciTáxi

Em Homenagem ao Festival Curta Iguassu, apresentamos o Making Of   de BiciTáxi.



Produção: Equipe Lamparina
Edição Marcos Labanca

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Pedal de 360 graus: vídeo e fotografias


Bicicleteiros da Fronteira percorreram de bicicleta três países no mesmo dia e de quebra passaram por pontos de contemplação das fronteiras de Ciudad Del Este (PY), Puerto Iguazu (ARG) e Foz do Iguaçu (BR). O desafio histórico foi realizado no dia 14 de setembro de 2013 com a participação de 30 bicicleteiros.
1 minuto com muita adrenalina

Registro fotográfico do Pedal de 360 graus pela Tríplice Fronteira. As imagens foram captadas pelo bicicleteiro e repórter fotográfico Marcos Labanca.  
Bicicleteiros da Fronteira
www.facebook.com/Bicicleteirosdafronteira
bicicleteirosdafronteira@gmail.com

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Foz do Iguaçu abre a 9ª Feira Internacional do Livro

Foto: Marcos Labanca/H2FOZ

A importância da leitura na vida das pessoas foi o ponto destacado pelos integrantes dos governos que participaram da abertura oficial da 9ª Feira Internacional do Livro de Foz do Iguaçu, realizada na noite de sexta (30), na Praça do Mitre. Cerca de 200 pessoas prestigiaram a solenidade, entre livreiros, professores, estudantes, artistas, servidores e comunidade. 
 
Durante dez dias, a feira iguaçuense será o principal evento literário do Paraná, oferecendo cerca de 150 atividades culturais gratuitas para a população. Grandes nomes das letras e das artes do Brasil e de outros cinco países irão se revezar ao longo da programação.  
 
O prefeito de Foz do Iguaçu, Reni Pereira, afirmou que toda a comunidade está respirando cultura nestes dias e enalteceu a expressiva participação dos autores iguaçuenses. Reni aproveitou a solenidade para lançar um desafio para valorizar ainda mais a cultural no município. “Queremos iniciar a construção de um teatro municipal durante as comemorações do centenário de Foz do Iguaçu”, afirmou.
 
O representante Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos, destacou que quem lê amplia seu horizonte, sua capacidade critica e inventiva. Por isso ler é um direito fundamental de cidadania. O Paulo Freire dizia que a gente aprende a ler para escrever a nossa própria história, portanto ler é uma prática de liberdade. Este espaço é um encontro diário com o universo do livro e da literatura.
 
O diretor-presidente da Fundação Cultural, Alexandre Freire, por sua vez, destacou o tempo dedicado para realização do evento. Foram pelo menos três de dedicação redobrada para convidar todos os expositores, autores, artistas, enfim todos os parceiros que estão ajudando a construir o evento. São mais de 150 atividades, de graça, durante dez dias.
 
Já a diretora de Cultura da Fundação Cultural, Arinha Rocha, frisou que este é um momento muito especial. A Feira do Livro é um momento impar, porque nós conseguimos juntar livreiros, universidades, escolas, todos pela cultura. O grande diferencial é que nesta edição a feira foi realizada inteiramente por pessoas de Foz do Iguaçu. 
 
Por fim, o presidente da Câmara Municipal, vereador Zé Carlos, parabenizou os organizadores e os trabalhadores da Fundação Cultural pela brilhante organização. O impacto, o clima, aqui na feira é muito bom. É preciso destacar esse trabalho pela valorização da cultura na cidade. É isso que a população iguaçuense espera.
 
Parcerias - Durante a intervenção dos participantes da mesa, também foi enaltecida a parceria firmada com as instituições de ensino superior do município. Nesta edição da Feira do Livro, a programação conta com atividades promovidas por todas as faculdades e universidades que mantém campus na cidade. 
Também participaram da mesa de abertura, o diretor do Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Juan Carlos Sotuyo; a diretora de Departamento Ensino Fundamental da Secretaria Municipal de Educação, Lisiane Veeck Sosa; entre outros membros da comunidade. 
 
Após o encerramento da solenidade, a cantora ucraniana Natalka Karpa fez uma apresentação musical, em atividade coordenada pela Comunidade Ucraíno-Brasileira, sediada em Foz do Iguaçu. 
 
  
Foto: Marcos Labanca/H2FOZ
 
O evento – A 9ª Feira Internacional do Livro contará com 150 atividades gratuitas, até 8 de setembro, na Praça do Mitre. Lançamentos de livros com autores de todas as áreas, debates e bate-papos, sessões de autógrafo, oficinas, apresentações culturais, recreação e atividades lúdicas prometem despertar a imaginação e ampliar o gosto pela leitura entre as pessoas de todas as idades.
 
O encontro literário é promovido pela Prefeitura de Foz do Iguaçu, por meio da Fundação Cultural e da Secretaria Municipal de Educação. O encontro literário tem o apoio da Itaipu Binacional, Biblioteca Pública do Paraná, Secretaria Municipal de Turismo, Núcleo de Livrarias, Parque Tecnológico Itaipu, Unila, Unifoz, Uniamérica, Cesufoz, UDC, Ceaec, Colégio Bertoni e Colégio Estadual Bartolomeu Mitre.
 
Serviço:
9ª Feira Internacional do Livro
Data: de 30 de agosto a 8 de setembro
Local: Praça das Nações (Mitre)
 
(Grampo Comunicação)

Tom Zé afirma que "Deus está mais à esquerda"

Tom Zé, em entrevista antes do Show / Foto Marcos Labanca / H2FOZ



 
 
O multiartista Tom Zé concedeu uma entrevista à imprensa antes do show de abertura da 9ª Feira Internacional do Livro de Foz do Iguaçu., realizada na noite de sexta-feira (30) no pátio do  Colégio Estadual Bartolomeu Mitre, reunindo mais de 2 mil  pessoas.
 
Questionado sobre o que seria  como é participar de um evento numa cidade fronteiriça, Tom respondeu: ”Realmente não tenho essa sensação quase de multinacional, bem que essa palavra  usada por outras coisas. Parece que o sangue corre, por exemplo, estou olhando para vocês, todo um olhando para mim, esperando alguma coisa boa, olhando para mim como se eu fosse um criatura respeitável e imediatamente me compenetro dentro desse personagem. É assim que estou vivendo essa cidade”.
 
Tom Zé ainda falou sobre a importância de se promover uma feira de livro para mexer com os neurônios da população. Além disso, comentou sobre seu recente trabalho que fala sobre o Papa Francisco, brincando que agora Deus está mais à esquerda.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

A Turma do Stand Up Paddle invadiu o Lago de Itaipu

Uma remada no Lago de Itaipu ao por-do-sol é uma experiencia alucinante. Venha para o Iguaçu River SUP Challenge e confira.
photo by Marcos Labanca

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Fotógrafo registra chuva de meteoros na Espanha

Alemanha terá rodovia exclusiva para bicicletas


 
Foto: Ciclo Vivo
Enquanto aqui no Brasil brigamos para ter uma faixa exclusiva para os ônibus, a Alemanha anuncia uma rodovia exclusiva para ciclistas. Com 60 km de extensão, a Radler B-1 ligará as cidades de Dortmund e Duisburg. O intuito é aliviar a poluição atmosférica, além de melhorar o trânsito na região.
Leia também:
Holanda cria asfalto que absorve poluição do ar

A "cicloestrada" será implantada em paralelo a um dos trechos da A40, uma das mais movimentadas rodovias alemãs. A ideia é incentivar o uso da bicicleta e dimunuir o congestionamento da AutoBahn localizada no norte da Alemanha.
Segundo Harry Voigtsberger, ministro da Economia da Westfália (província onde fica a cicloestrada), o governo estuda o custo do projeto. O projeto deverá revolucionar o transporte alemão e estará concluído em 2021.
Com pistas asfaltadas nos dois sentidos, a rodovia para ciclistas terá sistema de iluminação pública e uma barreira de proteção aos ciclistas. Para aumentar a segurança, a Radler B-1 também terá cruzamentos. A ideia surgiu pelo fato da rodovia A40 ser usada como área de lazer nos fins de semana (foto). Bacana, né? (vi no Ciclo Vivo)