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| Longa exposição. |
quarta-feira, 22 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Como fotógrafos retocavam suas fotos antes do Photoshop
O site CreativePro encontrou um livro de 1946 chamado “Dicas para Retoque de Fotos para Uso Comercial”, e ele faz você entender quanto trabalho meticuloso era necessário para retocar fotografias no passado.
Abaixo seguem as imagens mais representativas do livro, e você pode conferir mais delas no link a seguir: [CreativePro via PetaPixel]
Alguns dos instrumentos: mesa de desenho com ajuste de altura e inclinação; cápsulas de gelatina para aplicar sobre a foto; pincéis variados; algodão absorvente; e tinta branca e preta.
As principais dicas: remova as falhas de imagem, e acrescente detalhes e maior contraste; fique de olho no tempo gasto; e não exagere nos retoques!
Os resultados
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Coluna Fotográfica “Talentos de Foz” – Marcos Labanca
coluna-fotografica-talentos-de-foz-marcos-labanca
Em Foz do Iguaçu desde 1976, o paulistano Marcos Labanca se considera iguaçuense.
Foi aqui, que sua paixão pela fotografia começou.
Aos 22 anos, quando ganhou uma máquina de filme, e alguns livros de fotografia de seu cunhado, nasceu o hobby. “Ali, surgiu o mundo da fotografia para mim”.
Em 2007, começou a trabalhar profissionalmente, e hoje, atua como repórter fotográfico, desenvolvendo trabalhos jornalísticos, além de esportes e natureza.
Labanca, como é conhecido, presta serviço para vários meios de comunicação, entre eles o jornal Gazeta do Povo, o site H2foz , Cataratas S.A, e para as revistas Veja e Isto é.
“Fotografia é a soma dos filmes,fotos,viagens e experiências vividas por mim, expressadas naquele momento”.
Marcos Labanca é fotógrafo em Foz do Iguaçu e escolheu entre seus diversos trabalhos, as imagens que capturou no norte da Argentina, nas cidades de Salta e Jujuy, em 2010. E para conhecer mais de seu trabalho acesse: www.labancanews.blogspot.com e www.marcoslabanca.com.br.
Veja as Fotos:
terça-feira, 16 de abril de 2013
Ícone do skate, Bob Burnquist chega a Foz para os X Games
Marcos Labanca/ Gazeta do Povo
Carioca de 36 anos é um dos poucos atletas
que participou de todas as edições do evento, considerado a 'olimpíada'
dos esportes radicais
As
feras do skate, BMX, rally e moto X começam a tomar conta de Foz do
Iguaçu. O elenco de atletas do X Games, a olimpíada dos esportes
radicais, já movimenta os bastidores da competição que começa na
quinta-feira. Uma das principais atrações, o skatista carioca Bob Burnquist (foto), 36 anos, desembarcou ontem à tarde na cidade.
Referência quando o assunto é skate, Burnquist conquistou seis campeonatos mundiais na categoria e participou de todas as edições do X-Games, faturando 22 medalhas – o segundo maior vencedor. O atleta conhecia Foz do Iguaçu, cidade que considera um cenário lindo para a competição. Quanto às provas, diz só ter uma expectativa. “Espero ficar em cima do meu skate”, brinca.
Carioca, Burnquist é um apaixonado por skate. Em 1995, ele foi morar nos EUA para entrar no circuito mundial da categoria e de lá não saiu mais. No fundo da casa onde vive, na Califórnia, o atleta tem um parque de skate, esporte que começou a praticar quando tinha 10 anos, após não se adaptar ao futebol. “Comecei curtindo e brincado com amigos. Como sou asmático, não me dava muito bem com o futebol e no skate encontrei a liberdade. Não tem técnico e combina mais com meu temperamento”, conta.
Cerca de 200 atletas de 15 nacionalidades participam do X-Games, realizado pela primeira vez no Brasil, em Foz do Iguaçu. Na chegada dos ‘astros da competição’ não faltam tietagem, fotos e comentários nas redes sociais.
A arena do X-Games, no Parque Infraero, ao lado do Aeroporto Internacional das Cataratas, recebia ontem os retoques finais para as provas. A partir de hoje será liberada para os atletas. O X-Games terá uma solenidade de abertura amanhã à noite e na quinta, a partir do meio dia, começam as primeiras disputas. O evento termina no domingo.
Denise Paro, da Sucursal em Foz do Iguaçu / Foto Marcos Labanca / Gazeta do Povo
Referência quando o assunto é skate, Burnquist conquistou seis campeonatos mundiais na categoria e participou de todas as edições do X-Games, faturando 22 medalhas – o segundo maior vencedor. O atleta conhecia Foz do Iguaçu, cidade que considera um cenário lindo para a competição. Quanto às provas, diz só ter uma expectativa. “Espero ficar em cima do meu skate”, brinca.
Carioca, Burnquist é um apaixonado por skate. Em 1995, ele foi morar nos EUA para entrar no circuito mundial da categoria e de lá não saiu mais. No fundo da casa onde vive, na Califórnia, o atleta tem um parque de skate, esporte que começou a praticar quando tinha 10 anos, após não se adaptar ao futebol. “Comecei curtindo e brincado com amigos. Como sou asmático, não me dava muito bem com o futebol e no skate encontrei a liberdade. Não tem técnico e combina mais com meu temperamento”, conta.
Cerca de 200 atletas de 15 nacionalidades participam do X-Games, realizado pela primeira vez no Brasil, em Foz do Iguaçu. Na chegada dos ‘astros da competição’ não faltam tietagem, fotos e comentários nas redes sociais.
A arena do X-Games, no Parque Infraero, ao lado do Aeroporto Internacional das Cataratas, recebia ontem os retoques finais para as provas. A partir de hoje será liberada para os atletas. O X-Games terá uma solenidade de abertura amanhã à noite e na quinta, a partir do meio dia, começam as primeiras disputas. O evento termina no domingo.
Denise Paro, da Sucursal em Foz do Iguaçu / Foto Marcos Labanca / Gazeta do Povo
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Design de pistas e rampas chama a atenção no X Games em Foz
Marcos Labanca / Gazeta do Povo
Funcionários trabalham na montagem da estrutura para a disputa do skate no X Games em Foz do Iguaçu
Toda a estrutura do evento de esportes radicais está praticamente pronta para receber os competidores no Oeste do estado
Foz do Iguaçu
- A contagem regressiva para o principal evento mundial de esportes
radicais está chegando ao fim. Na próxima quinta-feira (18), as
competições invadem a arena central do X Games em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná. Os atletas começam a chegar na cidade a partir desta segunda-feira (15).
Com estruturas grandiosas, trazidas dos Estados Unidos de edições anteriores, boa parte do palco já está completamente montado no espaço de 200 mil metros quadrados reservado para a competição. São pistas para as disputas de skate, BMX e motocross, além de uma pista para a corrida de rally e o Big Air (com 30 metros de altura para os saltos dos atletas).
Até este último fim de semana, 33 mil ingressos haviam sido comercializados para o evento. A expectativa é de reunir 60 mil pessoas nos quatro dias de evento. As arquibancadas podem comportar de 2 a 10 mil pessoas.
Na montagem das arenas, profissionais americanos e brasileiros se misturam. Jesse Olsen é o nome por trás das rampas cheias de estilo e sinuosidades. Ex-atleta do X Games, ele trabalha na produção de rampas há 19 anos. Apesar das estruturas serem semelhantes em todos os eventos, em cada país um diferencial é colocado.
“Na pista do skate street, por exemplo, vamos colocar elementos do Brasil, por isso chamamos artistas locais. Também vamos inserir elementos que lembrem água e as Cataratas na pista do skate park”, disse.
As pistas do X Games são 80% reaproveitáveis. A estrutura é montada sobre armações. Depois disso, o espaço é forrado com isopor e coberto com uma camada de concreto. “Quatro dias depois das disputas, tudo isso vira pedregulho que também vai integrar outras competições”, explica Olsen.
Na pista para o motocross, mais novidades. Toda a pista foi feita com a própria terra do local durante a terraplanagem. “Não trouxemos nada de nenhum lugar, quando os organizadores viram essa terra e perceberam que era firme e absorvia bem a água, montaram as rampas em seguida”, disse Felipe Meretti, gerente de marketing do X Games.
No rally, um misto de percursos com diferentes dificuldades também foi montado pelo designer. “O rally precisa de superfícies diferentes, por isso colocamos concreto numa parte, terra em outra e uma jump (montanha de terra). Tudo isso para dar maior competitividade à prova”, conta Olsen.
Nos boxes, já estão os 16 carros de corrida que participam da competição, entre eles o ASX Mitsubishi de Nelsinho Piquet, que correrá pela primeira vez na prova. O traslado dos veículos foi delicado e demorado. Técnicos realizaram o acompanhamento, desde o desmonte de peças nos Estados Unidos e Europa, até o transporte das carcaças. As máquinas tem potência de 600 cavalos, podendo ir de 0 a 100 quilômetros em 1,7 segundos.
Com estruturas grandiosas, trazidas dos Estados Unidos de edições anteriores, boa parte do palco já está completamente montado no espaço de 200 mil metros quadrados reservado para a competição. São pistas para as disputas de skate, BMX e motocross, além de uma pista para a corrida de rally e o Big Air (com 30 metros de altura para os saltos dos atletas).
Até este último fim de semana, 33 mil ingressos haviam sido comercializados para o evento. A expectativa é de reunir 60 mil pessoas nos quatro dias de evento. As arquibancadas podem comportar de 2 a 10 mil pessoas.
Na montagem das arenas, profissionais americanos e brasileiros se misturam. Jesse Olsen é o nome por trás das rampas cheias de estilo e sinuosidades. Ex-atleta do X Games, ele trabalha na produção de rampas há 19 anos. Apesar das estruturas serem semelhantes em todos os eventos, em cada país um diferencial é colocado.
“Na pista do skate street, por exemplo, vamos colocar elementos do Brasil, por isso chamamos artistas locais. Também vamos inserir elementos que lembrem água e as Cataratas na pista do skate park”, disse.
As pistas do X Games são 80% reaproveitáveis. A estrutura é montada sobre armações. Depois disso, o espaço é forrado com isopor e coberto com uma camada de concreto. “Quatro dias depois das disputas, tudo isso vira pedregulho que também vai integrar outras competições”, explica Olsen.
Na pista para o motocross, mais novidades. Toda a pista foi feita com a própria terra do local durante a terraplanagem. “Não trouxemos nada de nenhum lugar, quando os organizadores viram essa terra e perceberam que era firme e absorvia bem a água, montaram as rampas em seguida”, disse Felipe Meretti, gerente de marketing do X Games.
No rally, um misto de percursos com diferentes dificuldades também foi montado pelo designer. “O rally precisa de superfícies diferentes, por isso colocamos concreto numa parte, terra em outra e uma jump (montanha de terra). Tudo isso para dar maior competitividade à prova”, conta Olsen.
Nos boxes, já estão os 16 carros de corrida que participam da competição, entre eles o ASX Mitsubishi de Nelsinho Piquet, que correrá pela primeira vez na prova. O traslado dos veículos foi delicado e demorado. Técnicos realizaram o acompanhamento, desde o desmonte de peças nos Estados Unidos e Europa, até o transporte das carcaças. As máquinas tem potência de 600 cavalos, podendo ir de 0 a 100 quilômetros em 1,7 segundos.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Tomate inspira contraventores na fronteira
| Foto Marcos Labanca / Gazeta do Povo |
Produto é vendido na Argentina pela metade do preço. Aduana já apreendeu cargas de 250 quilos
A
lista de alimentos importados sem autorização e apreendidos na aduana
brasileira na fronteira com a Argentina ganhou nas duas últimas semanas
mais um item: o tomate. Além das apreensões de trigo, cebola, carne,
alho e camarão, o tomate contrabandeado tem chamado a atenção dos
fiscais.
Nas últimas semanas, o fruto chegou a custar R$ 9 o quilo em algumas prateleiras em Foz do Iguaçu, do lado brasileiro. O mercado ilegal para o transporte do tomate do país vizinho ganhou adeptos e até rotas alternativas. “Antes a gente via muito pouco tomate, agora, em menos de duas semanas, chegamos a apreender 250 quilos numa vez só”, contou o auxiliar operacional agropecuário Augusto Fonseca, o único funcionário do Ministério da Agricultura na Aduana.
Produtos agrícolas in natura não podem ser cruzar a fronteira sem passar por um processo que inclui fiscalização fitossanitária e autorizações de importação. Nada disso ocorre no transporte informal constatado na Ponte Tancredo Neves. Os resultados são verdadeiras montanhas de alimentos apreendidos no lado brasileiro e encaminhados à secretaria do Ministério da Agricultura em Foz do Iguaçu.
Sem punição ou multas, a reincidência é quase constante na fronteira. “A gente sabe que os motoristas são os mesmos, mas vem sempre com carros diferentes, geralmente com vans”, explica Fonseca. De acordo com ele, a maioria é formada por motoristas paraguaios (90%) que buscam o tomate e revendem em Foz, em mercados e restaurantes. “O restante levam embora para o Paraguai, mas é uma quantidade muito pequena”, afirma.
Quando a fronteira aperta o cerco, a contravenção encontra espaço em pequenas rotas alternativas tanto do lado argentino quanto do brasileiro. “Nas vias a gente não vai, daí quem faz a segurança é a Polícia Federal”. Nos espaços até mesmo bicicletas são utilizadas para o transporte dos alimentos.
Hermanos
Atravessando a fronteira é possível encontrar preços mais atraentes, devido ao câmbio. Nas apreensões os contraventores chegaram a pagar R$ 40 por uma caixa com 20 quilos (R$ 2 por quilo). Nos mercados do centro de Puerto Iguazú, onde a circulação de brasileiros é maior, o quilo varia de R$ 3 a R$ 5,60, dependo do tipo do tomate. “O mercado aqui traz alimentos uma vez por semana do mercado central de Posadas [capital da província de Misiones, a 300 quilômetros de Puerto Iguazú]. Antes durava cinco dias, agora a gente coloca e somem da prateleira”, disse o atendente Alexandre Monteiro.
Fora dos mercados, nas quitandas, o preço do tomate é livre. “Há uma semana custava R$ 4,80 o quilo e hoje custa R$ 5,60, mas a alta veio por conta das enchentes em La Plata e não pela procura”, justificou o verdureiro Adrian Antunes.
Daniela Valiente, especial para a Gazeta do Povo / Foto Marcos Labanca
Nas últimas semanas, o fruto chegou a custar R$ 9 o quilo em algumas prateleiras em Foz do Iguaçu, do lado brasileiro. O mercado ilegal para o transporte do tomate do país vizinho ganhou adeptos e até rotas alternativas. “Antes a gente via muito pouco tomate, agora, em menos de duas semanas, chegamos a apreender 250 quilos numa vez só”, contou o auxiliar operacional agropecuário Augusto Fonseca, o único funcionário do Ministério da Agricultura na Aduana.
Produtos agrícolas in natura não podem ser cruzar a fronteira sem passar por um processo que inclui fiscalização fitossanitária e autorizações de importação. Nada disso ocorre no transporte informal constatado na Ponte Tancredo Neves. Os resultados são verdadeiras montanhas de alimentos apreendidos no lado brasileiro e encaminhados à secretaria do Ministério da Agricultura em Foz do Iguaçu.
Sem punição ou multas, a reincidência é quase constante na fronteira. “A gente sabe que os motoristas são os mesmos, mas vem sempre com carros diferentes, geralmente com vans”, explica Fonseca. De acordo com ele, a maioria é formada por motoristas paraguaios (90%) que buscam o tomate e revendem em Foz, em mercados e restaurantes. “O restante levam embora para o Paraguai, mas é uma quantidade muito pequena”, afirma.
Quando a fronteira aperta o cerco, a contravenção encontra espaço em pequenas rotas alternativas tanto do lado argentino quanto do brasileiro. “Nas vias a gente não vai, daí quem faz a segurança é a Polícia Federal”. Nos espaços até mesmo bicicletas são utilizadas para o transporte dos alimentos.
Hermanos
Atravessando a fronteira é possível encontrar preços mais atraentes, devido ao câmbio. Nas apreensões os contraventores chegaram a pagar R$ 40 por uma caixa com 20 quilos (R$ 2 por quilo). Nos mercados do centro de Puerto Iguazú, onde a circulação de brasileiros é maior, o quilo varia de R$ 3 a R$ 5,60, dependo do tipo do tomate. “O mercado aqui traz alimentos uma vez por semana do mercado central de Posadas [capital da província de Misiones, a 300 quilômetros de Puerto Iguazú]. Antes durava cinco dias, agora a gente coloca e somem da prateleira”, disse o atendente Alexandre Monteiro.
Fora dos mercados, nas quitandas, o preço do tomate é livre. “Há uma semana custava R$ 4,80 o quilo e hoje custa R$ 5,60, mas a alta veio por conta das enchentes em La Plata e não pela procura”, justificou o verdureiro Adrian Antunes.
Daniela Valiente, especial para a Gazeta do Povo / Foto Marcos Labanca
terça-feira, 9 de abril de 2013
Gigante, X-Games abre contagem regressiva
Marcos Labanca / Gazeta do Povo
Na estrutura maior, localizada na entrada do aeroporto internacional, em frente do Centro de Convenções de Foz, a área de 200 mil metros quadrados abrigará a megarrampa com 30 metros de altura, arena para motos, skate park, arena skate street, arena do rally de carros e palco para shows. Cada local possui um conjunto de arquibancadas que varia entre 1 mil e 9 mil expectadores. A expectativa de público também é enorme: são aguardadas 15 mil pessoas por dia.
Daniela Valiente, especial para a Gazeta do Povo / Foto Marcos Labanca
Centro de Convenções de Foz abrigará vários eventos
Foz do Iguaçu - São mais de 1.000 toneladas de ferragens, duas rampas de tirar o fôlego, pistas de corrida, além de arenas com capacidade para 10 mil pessoas, lojas, praça de alimentação e muita adrenalina. O cenário está quase pronto em Foz do Iguaçu, Oeste do Paraná, para receber a próxima edição dos X-Games, tido como o maior campeonato de esportes radicais do mundo.
Organizado pela Brunoro Sport Business em parceria com a ESPN, as competições – que iniciam dia 18 – ocorrem em dois pontos. O mais bonito deles está no cartão postal da cidade, as Cataratas do Iguaçu, onde uma rampa está sendo montada tendo como pano de fundo as quedas d’água. Cerca de 2 mil pessoas poderão acompanhar as competições. Na estrutura maior, localizada na entrada do aeroporto internacional, em frente do Centro de Convenções de Foz, a área de 200 mil metros quadrados abrigará a megarrampa com 30 metros de altura, arena para motos, skate park, arena skate street, arena do rally de carros e palco para shows. Cada local possui um conjunto de arquibancadas que varia entre 1 mil e 9 mil expectadores. A expectativa de público também é enorme: são aguardadas 15 mil pessoas por dia.
As disputas iniciam na quinta-feira, dia 18, e seguem até domingo. No total serão 15 competições, apenas duas delas (skate vertical e BMX vertical) acontecem no Parque Nacional do Iguaçu. Na arena da Infraero serão realizadas as provas de rally, moto speed, skate park, skate big air e BMX DIRT.
“Essa é uma das maiores estruturas já montadas no Brasil. Envolve uma grande quantidade de ferro e de lâminas de madeira vindas dos Estados Unidos e especiais para as rampas”, disse o gerente de marketing Felipe Meretti, que também confirmou que nada da estrutura permanecerá em Foz após o evento. “Pelo menos nesta edição”. A cidade deve abrigar o X-Games por mais dois anos.
Ainda assim, a expectativa é de que o legado dos esportes radicais possa permanecer em Foz, que hoje conta apenas com uma pista pública de skate.
Com a expectativa de atrair 60 mil visitantes, quem também comemora é o setor hoteleiro, que aposta na ocupação de mais de 700 leitos somente para as equipes de organização da ESPN e Brunoro Sport Business. Cerca de 25 mil ingressos já foram vendidos.
Serviço
Ingressos: as entradas para acompanhar as provas do X-Games custam de R$ 40 e R$ 190 (por dia de competição). A Loumar Turismo é a agência autorizada em Foz do Iguaçu (Avenida Brasil, 90). A venda on-line é feita pelo Hotsite: www.loumarturismo.com.br/xgamesfozdoiguacu.html e chat: http://migre.me/diLsm.
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